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Speak and Lead

Capacidade de Comunicação:
Inata ou Trabalhada?

Nada daquilo que nós temos no que toca a soft skills, comunicação ou liderança é adquirido por possuirmos competências inatas porque, na verdade, não as possuímos. Não nascemos grandes líderes nem grandes comunicadores. Mas então, como é que há pessoas com mais jeito do que outras?

Todas as nossas competências são adquiridas e desenvolvidas através de contexto. Isto leva-nos ao ponto inicial de comunicação.

O que é o ponto inicial de comunicação?

Lembra-se da primeira apresentação que fez na vida? Esse foi o seu ponto inicial de comunicação. Nesse momento, em que temos uma audiência à nossa frente, apercebemo-nos se temos ou não jeito para falar em público. E como é que chegamos a ter ou não esse jeito? Tal tem a ver com tudo o que fizemos até esse mesmo ponto inicial.

Todos nós somos pessoas diferentes e temos um contexto educacional diferente – este contexto forma aquilo que é a nossa personalidade, dentro da qual é formado o nosso estilo de comunicação natural. O que acontece é que aquelas pessoas que têm mais jeito ou menos jeito tiveram mais ou menos oportunidades durante as suas vidas para desenvolverem ou não a sua comunicação sem sequer repararem nisso. Contudo, não basta ter oportunidades – também é preciso aproveitá-las. Por norma, tem a ver com a personalidade mas tal não é verdade em 100% dos casos. Por norma, para alguém que seja um pouco mais extrovertido, esse ponto inicial de comunicação custa um pouco menos. No caso duma pessoa mais introvertida, a primeira apresentação custa um pouco mais.

Mas isto é a maneira como se começa e nunca a maneira como se acaba.

Independentemente do nosso ponto de partida, tudo o que temos a nível de competências se desenvolve, como já referimos, por contexto. Todos nós conseguimos melhorar a nossa capacidade de comunicação. Todos nós temos a capacidade de arranjar “jeito” para comunicar e tudo o que sejam competências, desde que trabalhemos para isso.

A comunicação de Barack Obama

Se prestarmos atenção à comunicação de Barack Obama, consideramo-lo alguém que, à partida, é um “orador nato”. Nos seus 18 ou 19 anos, Obama já tinha um bom discurso e não teria tido qualquer tipo de treino de comunicação até então – o seu ponto inicial de comunicação já estava acima do do cidadão médio. Em comparação, e já quando presidente, o seu nível de comunicação atingiu a excelência, tendo trabalhado e treinado para chegar a esse nível.

A comunicação de Steve Jobs

Consideremos, agora, Steve Jobs – uma grande referência no que toca a negócios, tecnologia e comunicação dessas áreas. Na década de 70, quando Jobs deu a sua primeira entrevista confessou sentir-se tão nervoso que estaria capaz de vomitar. Não se sentia particularmente à vontade em comunicação individual, muito menos perante uma grande audiência. Mas, para conseguir criar a Apple que ambicionava, teve de melhorar a sua comunicação – e fê-lo em duas fases da sua vida: numa primeira fase, em apresentações show-off (para grandes plateias) (veja o momento da apresentação do Macintosh, 1984) e, numa segunda fase, preocupou-se também em melhorar a sua comunicação interpessoal (veja o momento da apresentação do iPhone, 2007). Jobs alcançou a excelência não por ser um comunicador inato mas por ter trabalhado arduamente para atingir esse nível de comunicação.

Irá reparar que o discurso de 2007 tem qualidade superior ao discurso de 1984. Mas porquê?

Public Speaking não é só falar para grandes audiências. Quando melhoramos a nossa comunicação em palco melhoramos, automaticamente, a nossa comunicação interpessoal. E, quando melhoramos a nossa comunicação em pequenos grupos, individualmente, também automaticamente melhoramos a nossa comunicação em palco. Os dois tipos de comunicação estão ligados. O único cenário em que apenas melhoramos a comunicação em palco é quando estamos a trabalhar um personagem em vez da nossa própria comunicação – e isto foi precisamente o que Steve Jobs não fez. Este começa com um nível de comunicação num ponto bastante baixo, esforça-se para atingir o nível de excelência, tornando-se num dos considerados melhores comunicadores do mundo, e tudo isso trabalhando quer a sua comunicação pessoal como a sua comunicação em palco de acordo com as suas características comunicacionais.

Nenhum destes oradores – Obama e Jobs – se deixou ficar pelo seu ponto inicial de comunicação.

Comunicar como comunicamos de forma natural é o que torna a nossa comunicação eficaz. No Curso de Falar em Público exploramos os seus pontos fortes, aquilo que naturalmente já faz bem, e fazemos por enfatizá-los ao máximo, bem como o ajudamos a eliminar possíveis tiques que estejam a danificar a sua comunicação. Não se deixe ficar pelo seu ponto inicial de comunicação: trabalhe para alcançar a excelência!

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